Cada um escolhe a ‘poça’ preferida. Há uma maior, com acesso ao mar e há ainda o cais do porto. Entre lava escura que irrompe da água, vemos vida marinha e marcas de amarelo vivo nas rochas. Para mergulhar ou contemplar é deslumbrante o Portinho da Fajã das Almas, na ilha de S. Jorge, nos Açores.

A Fajã das Almas é muito pequena e uma das ‘joias’ do seu património natural é a extensão de blocos de lava que irrompem mar dentro e propiciam piscinas naturais com água límpida.
Vemos peixes próximo de nós, flora marítima e listas amarelas que enfeitam os blocos escuros de lava.


A vista tem sempre presente a ilha do Pico, mas o olhar tem de ser cauteloso para circularmos entre as rochas.

Uma passagem leva-nos para uma das piscinas mais procuradas da zona balnear. Mais funda e mais fria porque tem maior ligação ao oceano.

Nas ‘poças’ mais pequenas, mais protegidas da força da ondulação, as crianças podem andar sem grande preocupação dos pais.

Quem prefere o ‘confronto direto’ com o mar, um bom mergulho, tem a área do cais do porto.

A zona balnear da Fajã das Almas tem estruturas de apoio e o acesso é fácil, embora a condução seja numa via rodoviária com inclinação acentuada.

O casario é pequeno. Construções antigas partilham a beira mar com outras que, entretanto, foram renovadas.

No caminho de acesso à zona balnear vai encontrar o Poço da Baixa Mar. Foi construído há quase um século para captar água doce para abastecimento da população.

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